![]() |
| José Alberto Rodríguez Ávila/Cubadebate |
domingo, 7 de junho de 2020
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Multi-instrumentista Juliana Perdigão neste sábado às 17h na Rede Minas
O Hypershow traz apresentações de grandes nomes da música para dentro de casa. Nesta sexta (06), o destaque é a cantora, compositora e multi-instrumentista Juliana Perdigão em um espetáculo da Mostra Cantautores.
O repertório traz diversos trabalhos. Entre eles, os poemas musicados que ganharam melodias com Juliana. Também, na tela, o cantor, compositor e pianista Rafa Castro, que mostra a influência da música instrumental nas canções.
Sob o comando do jornalista Luiz Flávio Lima, o Hypershow com Juliana Perdigão e Rafa Castro vai ao ar neste sábado (06), às 17h, pela Rede Minas.
SERVIÇO:
Hypershow – Rede Minas
Apresentação: Luiz Flávio Lima
Série Mostra Cantautores
Shows: Juliana Perdigão e Rafa Castro
Data de exibição: sábado (06/06), às 17h
Ocupação é terror, anexação é apartheid
Declaração dos Partidos Comunistas e Operários do Mundo
O dia 5 de junho de 2020 é o 53º aniversário da guerra de agressão de 1967, por meio da qual Israel ocupou a Cisjordânia, Jerusalém Oriental e a Faixa de Gaza, a Golã Síria e a Península do Sinai. Este aniversário ocorre sob a sombra da intenção declarada do governo de Israel de anexar as Terras Palestinas Ocupadas, com apoio da administração estadunidense, como parte do desastroso “Acordo do Século”.
De fato isto significa a perpetuação da ocupação, avançando com os assentamentos e criando um regime oficial do Apartheid, para retirar o direito de autodeterminação do povo palestino e impedir o fim da ocupação, dos assentamentos e do estabelecimento de um estado palestino independente nas fronteiras estabelecidas em 4 de junho de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital e o direito de retorno para refugiados, de acordo com as resoluções internacionais.
O governo de Netanyahu e a administração de Trump estão empurrando a região para o limite, e ambos estão perpetuando o conflito a serviço de projetos de hegemonia, apostando no silêncio da comunidade internacional sobre esses crimes – crimes de guerra – especialmente no momento em que o mundo está preocupado com as implicações da COVID-19 na saúde, na sociedade e na economia.
Nós, os partidos comunistas e operários do mundo, abaixo-assinados, exortamos as forças anti-imperialistas progressistas ao redor do planeta a continuar a luta contra essa política criminosa israelense e o apoio insolente do imperialismo na liquidação dos direitos do povo palestino e na liquidação de qualquer oportunidade de exercer o direito internacional e alcançar segurança e estabilidade na região.
Occupation is Terror, Annexation is Apartheid
On June 5th 2020 it is the 53rd anniversary of the 1967 aggressive war, where Israel had occupied the West Bank, East Jerusalem and Gaza strip, the Syrian Golan and Sinai peninsula.
This anniversary comes in the shadow of the Israeli government’s declared intention to annex the Occupied Palestinian Lands supported by the American Administration, as part of the disastrous “Deal of the Century”. Meaning, perpetuating the occupation, deepening the settlements and creating an official Apartheid regime, while clearing the Palestinian people’s right of self-determination, and preventing the end of occupation, settlements and the establishment of a Palestinian independent state on the borders of June 4th 1967, with East Jerusalem as its capital and the right of return for refugees according to international resolutions.
Netanyahu’s government and Trump’s administration are pulling the region to the edge as well as they both are perpetuating the conflict in the service of hegemony projects, they then are betting on the silence of the international community on these crimes – war crimes- especially as the world is preoccupied with COVID-19 implications on health, society and economy.
We, the undersigned workers’ and communist parties of the world, call upon the progressive anti-imperialist forces around the world to continue the struggle against this criminal Israeli policy and the impudent support of imperialism in liquidating the rights of the Palestinian People and exterminating any chance to exercise international law, and reach security and stability in the region.
Down with the Occupation!
Forward the struggle of the Palestinian people for self-determination!
Signed Parties (Partidos signatários):
Communist Party of Albania
Algerian Party for Democracy and Socialism
Party of Labour of Austria
CP of Australia
Progressive Tribune of Bahrain
Communist Party of Belgium
Workers’ Party of Belgium
Communist Party of Bohemia and Moravia
Communist Party of Brazil
Brazilian Communist Party
New Communist Party of Britain
Communist Party of Britain
Communist Party of Canada
Communists of Catalonia
CP of Chile
Communist Party of Cuba
AKEL – Cyprus
Communist Party in Denmark
Communist Party of Finland
French Communist Party
German Communist Party
Communist Party of Greece
Communist Party of India (Marxist)
Tudeh Party of Iran
Workers’ Party of Ireland
Communist Party of Israel
Communist Party of Italy
Italian Communist Party
Jordanian Communist Party
Communist Party of Mexico
Popular Socialist Party – National Political Association, Mexico
Communist Party of Norway
Palestinian People’s Party
Paraguayan Communist Party
Peruvian Communist Party
PKP-1930, the Philippine Communist Party
Communist Party of Poland
Portuguese Communist Party
Union of Communist Parties-CPSU
Communists of Serbia
Communist Party of Spain
Communist Party of the Workers of Spain – PCTE
Communist Party of Sri Lanka
Sudanese Communist Party
South African CP
Communist Party of Swaziland
Communist Party of Turkey
Communist Party of Ukraine
Communist Party of USA
New Communist Party of Yugoslavia
O Manifesto está aberto para novas assinaturas
Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)
http://www.solidnet.org/article/Palestinian-PP-CP-of-Israel-Joint-statement-Occupation-is-Terror-Annexation-is-Apartheid/
quinta-feira, 4 de junho de 2020
Nenhum passo atrás! Basta de exploração e ameaças!
+
Coordenação Nacional da Unidade Classista
A exploração do trabalho, inerente ao modo de produção capitalista, a pandemia provocada pelo novo coronavírus (COVID-19) e a sua própria desorganização são os principais componentes da gravíssima situação em que se encontra a classe trabalhadora.
Em todo o mundo, a pandemia do Covid-19 já atingiu mais de 5.8 milhões de pessoas e ocasionou mais de 360.000 mortes. Já somos mais de 500 milhões de desempregados e subempregados, e bilhões de nós trabalham em péssimas condições, com baixíssimos salários, sem equipamentos de proteção adequados, em ambientes insalubres, em atividades periculosas e com cargas horárias longas e extenuantes.
Já a burguesia, mesmo em tempos de pandemia, continua lucrando. A blindagem e os incentivos financeiros e fiscais para banqueiros e grandes empresários, somados à licença para explorar, oprimir, demitir e matar, continuam sendo a regra em todo o planeta, com raras exceções, geralmente provenientes das economias socialistas e planificadas.
No Brasil, o problema é ainda maior, pois, além da COVID-19, enfrentamos outras epidemias simultaneamente, nosso sistema de saúde está muito sucateado, temos altíssimos níveis de violência, desemprego e subemprego, um gigantesco déficit de moradia, uma absurda desigualdade social e um governo federal de extrema-direita.
As ações genocidas da burguesia, que se expressam nas palavras e ações de Bolsonaro e seu governo, estimulando manifestações para pedir a reabertura dos poucos setores da economia que ainda estão em quarentena, ampliam gravemente os efeitos da crise sanitária, fomentam o adoecimento de milhares de pessoas e colocam em risco a vida de todos os brasileiros.
Bolsonaro e o Congresso Nacional também operaram um pacote de maldades ao financiar os bancos e as grandes empresas, por meio de empréstimos convidativos e incentivos fiscais, além de autorizar a suspensão de contratos de trabalho, a redução dos salários e as demissões.
Para os trabalhadores, desempregados e subempregados sobraram apenas as migalhas em três parcelas de 600 reais mensais, as filas e os atrasos no pagamento e, para piorar, colocaram a conta do pacote na chamada área social do orçamento, pendurando os valores nas costas da classe trabalhadora.
Além disso, fica cada vez mais evidente o desrespeito deste governo, para com os direitos humanos, sociais, trabalhistas e com as liberdades democráticas conquistadas ao longo de muitos anos de luta. Com uma retórica golpista e genocida, Bolsonaro e seus ministros se apresentam à sociedade em tom ameaçador e autoritário de forma cada vez mais escancarada.
Diante deste quadro, a Unidade Classista orienta os trabalhadores dos setores considerados não essenciais que imediatamente se organizem, em seus locais de trabalho e junto aos seus sindicatos, para exigir a interrupção de suas atividades com a manutenção de seus salários integrais, direitos e garantias, e proponham ao conjunto dos trabalhadores a deflagração de denúncias, manifestações e greves.
Já aos trabalhadores que estão na linha de frente do combate a pandemia, que utilizem e exijam os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), o direito ao teste de imunidade e mobilizem-se contra os patrões e governos que ainda não providenciaram estes equipamentos.
Devemos construir a mais ampla unidade de ação com as forças democráticas e anti-bolsonaristas, assim como incentivar o fortalecimento das organizações próprias da classe trabalhadora com a perspectiva fundamental da independência de classe.
Neste sentido, conclamamos os trabalhadores a participarem da Jornada Nacional de Lutas convocada por um conjunto amplo de organizações, pela Frente Povo sem Medo e pelo Fórum Sindical, Popular e das Juventudes, por Direitos e Liberdades Democráticas.
Não nos intimidaremos perante os ataques e ameaças dos governos da burguesia, seguiremos lutando por salários, condições de trabalho e direitos, por um programa de reconstrução da economia, da indústria nacional, da agricultura, do setor de serviços, do fortalecimento e ampliação das empresas estatais, construindo o Fórum Sindical, Popular e das Juventudes, por Direitos e Liberdades Democráticas, o ENCLAT e o Poder Popular no rumo do Socialismo!
Calendário da Jornada Nacional de Lutas:
Dia 5 de junho – Dia Nacional de Agitação e Propaganda: Intensificaremos ações de diálogo com a sociedade usando todas as formas de comunicação popular e convocando os trabalhadores para as lutas;
Dia 7 de junho – Atos Nacionais Antifascistas e em defesa das liberdades democráticas;
Dia 13 de junho – Ato Nacional Virtual Fora Bolsonaro e Mourão, envolvendo personalidades, artistas, intelectuais, representações políticas transmitida em cadeia por todos os nossos meios de comunicação;
Dia 27 de junho, às 15h, Plenária Virtual Nacional do Fórum Sindical, Popular e da Juventude, de Luta por Direitos e Liberdades Democráticas.
Nesta conjuntura reivindicamos:
• Revogação imediata da MP 927/2020;
• Revogação imediata da emenda constitucional 95;
• Rejeição completa da PEC 10/2020;
• Garantia de estabilidade no emprego, com salário integral e todos os direitos e garantias, aos trabalhadores com carteira assinada e estatutários no setor público e privado;
• Adiantamento do décimo terceiro para todos os trabalhadores do setor público e privado;
• Salário mínimo mensal, custeado pelo Estado, a todos os trabalhadores sem carteira assinada, como medida permanente;
• Suspensão imediata do pagamento da dívida pública;
• Taxação das grandes fortunas;
• Utilização emergencial de toda a rede hoteleira privada para isolamento social dos moradores de rua e de quem mais necessitar;
• Que as fábricas públicas e privadas de todo o país, que não têm nenhuma relação com a produção de mercadorias relacionadas ao combate a pandemia, desenvolvam em suas instalações a produção de Equipamentos de Proteção Individual aos trabalhadores que estão na linha de frente;
FORA BOLSONARO E MOURÃO!
POR UM ENCONTRO NACIONAL DA CLASSE TRABALHADORA – ENCLAT
AVANTE, CAMARADAS!
UNIDADE CLASSISTA, FUTURO SOCIALISTA!
COORDENAÇÃO NACIONAL DA UNIDADE CLASSISTA
segunda-feira, 1 de junho de 2020
Fim desta noite de terror,exigem juristas em manifesto
"Todos nós acreditamos que é preciso dar um BASTA a esta noite de terror com que se está pretendendo cobrir este país", escrevem juristas de todo o Brasil, em manifesto publicado por diversos jornais do país.
Eis o manifesto.
Basta!
“Menos conhecido é o paradoxo da tolerância: a tolerância ilimitada pode levar ao desaparecimento da tolerância. Se estendermos a tolerância ilimitada até àqueles que são intolerantes; se não estivermos preparados para defender uma sociedade tolerante contra os ataques dos intolerantes, o resultado será a destruição dos tolerantes e, com eles, da tolerância...”
Karl Popper
O Brasil, suas instituições, seu povo não podem continuar a ser agredidos por alguém que, ungido democraticamente ao cargo de presidente da República, exerce o nobre mandato que lhe foi conferido para arruinar com os alicerces de nosso sistema democrático, atentando, a um só tempo, contra os Poderes Legislativo e Judiciário, contra o Estado de Direito, contra a saúde dos brasileiros, agindo despudoradamente, à luz do dia, incapaz de demonstrar qualquer espírito cívico ou de compaixão para com o sofrimento de tantos.
Basta!
A Constituição Federal diz expressamente que são crimes de responsabilidade os atos do presidente da República que atentem contra o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação e contra o cumprimento das leis e das decisões judiciais (artigo 85, incisos II e VII).
Pois bem, o presidente da República faz de sua rotina um recorrente ataque aos Poderes da República, afronta-os sistematicamente. Agride de todas as formas os Poderes constitucionais das unidades da Federação, empenhados todos em salvar vidas. Descumpre leis e decisões judiciais diuturnamente porque, afinal, se intitula a própria Constituição. O país é jogado ao precipício de uma crise política quando já imerso no abismo de uma pandemia que encontra no Brasil seu ambiente mais favorável, mercê de uma ação genocida do presidente da República.
Basta!
Nós profissionais do direito, dos mais diferentes matizes políticos e ideológicos, os que vivem a primavera de suas carreiras, os que chegam ao outono de suas vidas profissionais, todos nós temos em comum a crença de que viver sob a égide do Direito é uma conquista civilizatória. Todos nós temos a firme convicção de que o Direito só tem sentido quando for promotor da justiça. Todos nós acreditamos que é preciso dar um BASTA a esta noite de terror com que se está pretendendo cobrir este país.
Não nos omitiremos. E temos a certeza de que os Poderes da República não se ausentarão.
Cobraremos a responsabilidade de todos os que pactuam com essa situação, na forma da lei e do direito, sejam meios de comunicação, financiadores, provedores de redes sociais. Ideias contrárias ao Estado e ao Direito não podem mais ser aceitas. Sejamos intolerantes com os intolerantes!
Assinar:
Postagens (Atom)





